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Dia Mundial da Qualidade: Liderança Transformadora

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Toda segunda quinta-feira do mês de novembro é comemorado o Dia Mundial da Qualidade, por isso, nós aqui da Forlogic, junto com a Templum, estamos organizando a Semana da Qualidade. Será um evento online que vai acontecer do dia 06 a 10 de novembro. O tema escolhido pelo CQI (Chartered Quality Institute) neste ano é “Celebrating Everyday Leadership” (em tradução livre, algo como “Comemorando a Liderança Diária”), mas aqui no Brasil, traduzimos como Liderança Transformadora!

Por que o tema “Liderança Transformadora”?

Existem milhões de definições sobre liderança, mas podemos dizer que liderança é sobre como trabalhamos para entregar nosso melhor resultado e sobre como apoiamos outras pessoas para que entreguem o seu melhor desempenho também. Mas nem sempre isso dá muito certo, talvez porque a intenção, por mais que seja uma parte essencial de todo o contexto, não necessariamente garante a entrega e o resultado.

Segundo o CQI, a liderança transformadora possui algumas responsabilidades que são cruciais para fazer a qualidade valer a pena nas empresas, e é sobre elas que vou falar nesse texto.

A estruturação de uma governança forte

A qualidade só consegue ser trabalhada sistemicamente dentro de uma organização quando há um compromisso verdadeiro da alta direção para fazer isso acontecer. Mas é obvio que a responsabilidade não é apenas da alta direção, até porque nem sempre eles têm maturidade suficiente para compreender a importância da qualidade e excelência, por isso, as pessoas que realmente exercem a liderança transformadora tem um papel importante de conectar as ações de qualidade com os objetivos e estratégias da empresa.

Ter uma governança forte significa garantir que os objetivos da empresa sejam claros, reflitam os requisitos das partes interessadas e que as pessoas tenham processos adequados, para que eles sejam transformados em ações que levem a empresa onde ela quer chegar.

O desenvolvimento de uma garantia da qualidade adequada à sua empesa

Infelizmente, muitas pessoas ainda acreditam que ter um SGQ em uma empresa é sinônimo de burocracia, mas isso só acontece porque às vezes nós pensamos demais no controle e não na qualidade em si. Qualidade não é sobre controle, é sobre atender expectativas! Estamos conseguindo cumprir com o que prometemos para os clientes? E para os nossos colaboradores, para os acionistas, para a sociedade, para os fornecedores ou seja lá qual for a parte interessada? É sobre isso que a qualidade atua: ajudar a empresa a cumprir o que prometeu!

Você não precisa criar milhões de informações documentadas, indicadores e processos complexos para conseguir entregar o que as partes interessadas esperam. A garantia da qualidade deve ser adequada ao ambiente em que está sendo aplicada, ou seja, você precisa de controle suficiente para fazer com que seu SGQ funcione, melhore diariamente, e não complique as operações dele mesmo.

A construção da cultura de melhoria

Nem sempre a gente consegue fazer grandes inovações no ambiente de trabalho, mas garantir que estamos sempre melhorando pode gerar melhorias inovadoras. A cultura de melhoria se preocupa com melhorar a eficiência, eliminar desperdícios, reduzir riscos, responder às mudanças e criar novas oportunidades. Estamos atentos a essas coisas no dia a dia? O quanto falamos sobre isso com a nossa equipe?

Isso não é apenas sobre agir quando há um problema, é sobre estar sempre pensando em novas formas de fazer o trabalho melhor. É como dizem, se conseguirmos melhorar 1% por dia, em um ano teremos melhorado 365%.

Uma liderança que transforma pessoas e processos

Poderia dizer diversas coisas sobre o que eu acredito que é uma liderança que verdadeiramente transforma, mas antes de tudo, eu penso que é sobre conhecer as pessoas e seus potenciais para assim ajudá-las com processos que potencializem seus resultados.

Eu não sei se o tema da semana da qualidade fez tanto sentido para você, mas eu vejo que, cada vez mais, as pessoas precisam de líderes que as inspirem, por isso, lideres transformadores devem ser reconhecidos por serem agentes de mudança, e não vítima delas; guardiões do negócio, e não difamadores da empresa; colaboradores, e não acusadores de quem é o culpado por um erro (ou até uma NC); visionários, e não apenas preocupados em manter uma lista mestra atualizada… e por aí vai!

 

Se você também se preocupa com o quão bom você está sendo para sua empresa e quer refletir um pouco mais sobre esses assuntos, na Semana da Qualidade falaremos sobre cada um desses temas e alguns outros mais.

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